CALLIPOLE é o título de uma Revista de Cultura, que surgiu em 1993, cuja edição e propriedade pertencem à Câmara Municipal de Vila Viçosa (distrito de Évora, Alentejo, Portugal).
Callipole assume-se como uma revista especificamente cultural e literária que abrirá portas, no sentido mais lato do termo, à análise rigorosa e à discussão de ideias, bem como à inovação e modernização exigida pela paisagem editorial e cultural, à luz das problemáticas de hoje e das perspetivas atuais, sem esquecer, naturalmente, as mutações do panorama digital.
A Revista Callipole deverá distinguir-se por um pensamento livre e plural, independente de qualquer credo religioso ou ideológico, e está desprovida de preconceitos e de fronteiras ideológicas, religiosas, sociais e científicas.
Callipole é difundida pela Câmara Municipal de Vila Viçosa, tanto em suporte impresso como digital.
Numa sociedade das novas tecnologias, a necessidade de adaptar o seu suporte à evolução tecnológica e às diversas plataformas informáticas é reconhecida, e até mesmo intorneável, para chegar aos leitores e estar sempre próximo deles, abrindo-se, assim, à sociedade civil.
É uma publicação que pretende ter uma presença forte na internet, com a digitalização de textos e a inserção de outras informações, relevantes e atualizadas, relacionadas com a publicação, que chegarão aos leitores através da rede digital.
Callipole tem periodicidade regular a um ritmo anual, sem data exata de publicação, embora se procure que a sua apresentação tenha lugar no último trimestre de cada ano civil, em data a estipular pelo Executivo Camarário.
Os órgãos de Callipole são o Diretor, o Diretor Adjunto e o Conselho Editorial. O Diretor é o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Vila Viçosa ou o(a) Senhor(a) Vereador(a) do Pelouro da Cultura. O Diretor Adjunto é nomeado pela autarquia, sob proposta do Conselho Editorial; os membros do Conselho Editorial são indigitados pelo Diretor, dentre personalidades de reconhecido prestígio na sua área de formação, que representem vários domínios do conhecimento.
Em termos de comunicação, ascendente e descendente, o Diretor Adjunto tem como elementos preferenciais de ligação à Câmara Municipal de Vila Viçosa o Presidente da autarquia e/ou o(a) Vereador(a) do Pelouro da Cultura.
Dos membros do Conselho Editorial, que também poderão submeter à Revista textos da sua autoria, espera-se que captem para a publicação colaboradores de provado mérito, nas vertentes que esta versa.
O seu corpo editorial manterá o dever de lealdade para com a autarquia que a suporta, esperando-se recíproca atitude desta. Este sentido de lealdade pressupõe que o Diretor Adjunto e os membros do Conselho Editorial, nessa sua qualidade, não interferirão no devir político-ideológico dos eleitos, bem como estes permitirão sempre na Revista a plena liberdade de pensamento e de expressão.
A capa de Callipole trará obrigatoriamente inscritos os dizeres «Callipole» e «Revista de Cultura», e os números de Callipole vão em seguimento ordinal, de edição, isto é, 25, 26, 27, 28, etc, acompanhados do ano de publicação, ou seja, 2018, 2019, 2021, 2022, etc; a lombada terá os mesmos dizeres e o brasão municipal; na contracapa também figurará este e o logotipo, em tamanhos maiores, e as expressões «Município de Vila Viçosa – Câmara Municipal».
Quando considerado conveniente, poderá agregar-se dois ou mais num só. Poderá também haver números especiais que, não serão numerados e se distinguirão pela expressão «número especial»e ano de publicação.
Na ficha técnica serão registadas a edição e a propriedade da Câmara Municipal de Vila Viçosa, os nomes do Diretor, do Diretor Adjunto e dos membros do Conselho Editorial, que estiverem em funções por altura da saída de cada edição da Revista, assim como dos colaboradores de cada número, da execução gráfica e do distribuidor.
A Revista é constituída por áreas temáticas diversificadas e flexíveis. Fiel ao conceito original, Callipole versa, sobretudo, as áreas matriciais da História, do Património, da Arte e da Literatura (prosa e poesia), embora esteja aberta ao diálogo com outras áreas da criação cultural e aos princípios gerais do saber cultural e científico. Para além destas, aglutinadas para efeitos de organização e índice em “Capítulos”, compreenderá também outras secções, estudos, documentos, entrevistas, homenagens, crónicas e recensções críticas, ou outro tipo de relatos de especial interesse, que pelo seu corpo editorial venham a ser considerados pertinentes.
Sendo estas as suas áreas privilegiadas, Callipole abrir-se-á a outros espaços temáticos no plano local, nacional e internacional. Em cada número procurar-se-á oferecer um conjunto de trabalhos de acordo com as suas áreas de interesse, preferentemente com um certo distanciamento da urgência diária da notícia que impõe uma publicação de carácter diário ou semanal. Os textos e os trabalhos inéditos procuram combinar a amenidade com o rigor científico.
Os conteúdos de Callipole referir-se-ão preferencialmente a temas locais e regionais, ou a outras regiões da geografia nacional e internacional, sempre que a sua temática seja considerada pelo Conselho Editorial de significativa, pela qualidade científica, literária e artística do texto e/ou oportunidade do tema, consoante os critérios editoriais definidos.
Sem prejuízo do exposto no ponto acima indicado, a Revista deverá manter o imprescindível equilíbrio entre a temática calipolense e a externa, (mas não exclusivo) pendor alentejano e nacional.
Sendo um objetivo primordial de Callipole a difusão de trabalhos que incidam sobre a vertente local, propósito de esperar numa Revista de Cultura com origens em Vila Viçosa e suportada desde o início pela Câmara Municipal de Vila Viçosa, procurar-se-á de forma particular incentivar e divulgar obras de autores(as) do Município de Vila Viçosa.
Todos os números de Callipole deverão, preferencialmente, testemunhar acontecimentos e personalidades marcantes da vida local, associando-se a efemérides e a motivos relacionados com a história, a cultura, a arte, a arquitetura e a religião, bem como a personalidades ilustres e grandes figuras que nasceram, viveram ou trabalharam no concelho de Vila Viçosa, sem esquecer a poética criativa e a obra artística, histórica e cultural que geraram outros calipolenses menos conhecidos do público em geral, mas, nem por isso, menos importantes.
As páginas da Revista encontram-se abertas a figuras do pensamento vinculadas ao mundo da cultura, da história, da arte e da literatura, assim como a muitos colaboradores, permitindo a publicação de artigos produzidos por autores consagrados e jovens, que procuram ter nesta publicação um veículo de debate, expressão e contraste de ideias informadas, sustentadas e pertinentes.
Embora sendo originariamente uma Revista de matriz regional, Callipole também procurará trilhar um caminho de âmbito universalista, com especial incidência nos espaços lusófono e ibérico.
O projeto editorial Callipole não visa genericamente fins comerciais, podendo contudo ser vendida sempre e onde o Município o entender, a preço a estipular pelo executivo municipal, procurando-se, deste modo, o retorno do financiamento e as quebras provocadas pelas ofertas.
Os textos assinados são da inteira responsabilidade dos colaboradores. Os autores são responsáveis pela obtenção das autorizações necessárias para eventuais reproduções de qualquer material já publicado ou sujeito a direitos de autor, declinando a Revista Callipole qualquer responsabilidade sobre possíveis conflitos derivados da autoria dos trabalhos que se publiquem.
Os textos que integram Callipole são propriedade dos respetivos autores e só poderão ser publicados na íntegra noutros órgãos da imprensa com autorização expressa dos mesmos. Podem, contudo, ser citadas partes de qualquer texto da Revista, desde que sejam explicitamente referidos, na maior parte, os seguintes dados: nome(s) do(s) autor(es), nome da revista (Callipole), respetivo endereço da Internet e ano de publicação.
Callipole rejeita o sensacionalismo e nela não há lugar a polémicas estéreis e mal intencionadas. Pelo contrário, estimula todas as formas de cultura democrática e as abordagens sustentadas, recusando textos que defendam intolerâncias de qualquer natureza, atentatórias da dignidade humana. Também não será permitida, em circunstância alguma, a expressão de opiniões sobre pessoas individuais ou coletivas que possam ser consideradas caluniosas ou ofensivas, para terceiros ou para o público em geral.
Em Callipole pratica-se a escrita do português, mas a Revista poderá publicar colaborações noutras línguas que em princípio sejam compreendidas por parte significativa dos seus leitores, nomeadamente o castelhano, o inglês e o francês.
Callipole publica colaborações solicitadas ou não solicitadas, sendo que em ambos os casos, a sua publicação depende da apreciação e anuência prévia do Conselho Editorial. Textos e materiais (fotografias, suportes informáticos, etc.), não solicitados e não publicados, poderão não ser devolvidos.
Para além da sua função principal e do seu campo de acção, a revista poderá participar no mundo editorial e cultural com diversas iniciativas, próprias ou por solicitação de outras instituições.
A Revista de Cultura Callipoleestá aberta a qualquer possibilidade de colaboração, permuta e intercâmbio com pessoas, instituições e entidades de âmbito cultural, científico e social, tanto a nível de publicação de trabalhos, como no que respeita à realização de atividades que fomentem e divulguem os temas preferenciais da sua atenção editorial.